EVALUACIÓN DEL ÁNIMO RESPUESTA HORMONAL Y LACTATO DURANTE UN MACROCLICO EN CORREDORES DE LARGA DISTANCIA AFICIONADOS [Evaluation of mood hormonal response and lactate during a macrocycle in amateur long distance runners] [Avaliação do ânimo resposta hormonal e lactato durante um macrociclo em corredores de longa distancia amadores]

luciano BUCCO Santos

Resumen


En este trabajo se evaluó durante seis meses a 38 corredores aficionados de maratones que fueron sometidos a un macrociclo de entrenamiento. Se analizó su estado de ánimo con el cuestionario de POMS sub-escala fatiga y la respuesta de la hormona cortisol y lactato sanguíneo. Los resultados destacan una sensibilidad de estos dos indicadores fatiga y cortisol a las variaciones de la carga de entrenamiento para el mes cuarto y quinto y su consistencia como indicadores del impacto global del entrenamiento. A modo de conclusión se puede afirmar que la sub-escala de POMS administrada una vez al mes durante un mesociclo de entrenamiento podría ser un indicador útil para monitorizar los estados de fatiga previos al síndrome de sobreentrenamiento, no solo en atletas de élite sino también en atletas aficionados como se verifica en este estudio.

Abstract
In this work we evaluated for six months 38 amateur marathons who underwent a macrocycle training, we will analyze their mood with the questionnaire POMS subscale fatigue and hormone response cortisol and blood lactate, results Emphasize a sensitivity of these two fatigue and cortisol indicators to the variations of the training load for the fourth and fifth month and their consistency as indicators of the overall impact of the training. As a conclusion, it can be stated that the POMS subscale administered once a month during a training mesocycle could be a useful indicator to monitor fatigue states prior to the overtraining syndrome, not only in elite athletes but also in athletes Amateur as verified in this study.

Resumo
Neste trabalho foram avaliados 38 corredores amadores homens que foram submetidos a um macrociclo de treinamento durante seis meses, foram avaliados com o questionário de POMS através da subescala fadiga, foram avaliados também a resposta do hormônio cortisol e lactato sanguíneo, os resultados indicarão uma sensibilidade aos dois indicadores avaliados fadiga e cortisol de acordo com as mudanças de carga de treinamento, foram detectados mudanças no quarto e quinto mês. Para concluir pode-se dizer que a subescala de POMS administrada uma vez por mês durante um mesociclo pode ser um indicador útil para monitorar o estado de fadiga e a síndrome de overtraining, não só em atletas de elite, mas também para atletas amadores como verificado neste estudo.


Palabras clave


corredores; sobreentrenamiento; cortisol; lactato; runners; overtraining; cortisol; lactate; corredores; excesso de treinament; cortisol; lactato

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